Monday, November 23, 2009

Tuesday, September 22, 2009

Wednesday, September 16, 2009

70 golfinhos são libertados e salvos da morte após apelo de grupo defensor

Uma cidade pesqueira japonesa que realiza uma caça anual para matar e vender golfinhos para a indústria da carne libertou 70 animais após apelo internacional, de acordo com um grupo conservacionista.


O ativista O'Berry e seu filho Lincoln em Taiji. Foto: Associated Press

O apelo contra a matança dos golfinhos tem crescido desde o lançamento do documentário The Cove, que mostra os animais sendo atraídos e mortos cruelmente por pescadores com lanças.

A Save Japan Dolphins Coalition, liderada por Ric O’Barry, um ex-treinador de golfinhos da série de TV dos anos 60 Flipper, disse na terça-feira que representantes do grupo testemunharam e filmaram os 70 golfinhos sendo soltos no domingo.

A associação de pesca de Taiji não quis comentar o caso. A caça mata aproximadamente 2 mil golfinhos todos os anos, e os moradores locais alegam que o holocausto é parte de sua cultura e uma forma de conseguir alimento.

Não há confimações sobre a continuidade da soltura de golfinhos na cidade. “O mundo está de olho”, alertou O’Barry, que visitou o Taiji no começo do mês. “Pôr fim ao assassinato de golfinhos seria uma grande vitória para o povo japonês”.

Há ainda indícios de que a carne dos animais esteja contaminada por níveis perigosos de mercúrio. O governo japonês lançou um alerta para que mulheres grávidas não consumam golfinhos, mas ao mesmo tempo afirma que em quantidades pequenas é seguro.

The Cove ganhou mais de doze prêmios, incluindo o prêmio de audiência do Sundance Film Festival. O documentário ainda será lançado no Japão.

Com informações de Los Angeles Times

Monday, September 07, 2009

EUA e China devem assinar acordo climático em novembro

Os Estados Unidos e a China devem assinar um novo acordo bilateral para combater a mudança climática durante a visita do presidente Barack Obama a Pequim em novembro, disse a senadora Maria Cantwell nesta sexta-feira.

Cantwell, que está em Pequim para discutir energia limpa e propriedade intelectual com autoridades chinesas, afirmou que o acordo entre os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo também ajudaria a trazer confiança para os esforços de redução do aquecimento global.

"Se você produz 40 por cento de emissões --que é o que a China e os Estados Unidos produzem juntos--, imagine o legado, imagine que grande relacionamento você pode criar ao dizer o que esses dois grandes países se apressaram a fazer", disse.

Obama visitará a China em novembro, e o clima está no topo da agenda junto com a economia global e a Coreia do Norte.

Um mês depois, líderes mundiais se reúnem em Copenhague para definir os detalhes de um novo pacto climático global. Cantwell disse, no entanto, que um amplo acordo bilateral entre EUA e China será mais fácil de se obter.

fonte: Reuters