Leite de Amêndoas
12 a 20 amêndoas sem pele, já hidratadas.
1 copo (200ml) de água de fonte ou mineral.
Como fazer:
Bata as amêndoas com a água, no liqüidificador.
Leite de Amêndoas Morno
Leite de amêndoas;
Meia colher de café de suco de gengibre ralado;
1 colher(de café) de canela em pó;
Melado ou açúcar mascavo.
Como fazer:
Misture bem, todos os ingredientes, e e os aqueça em fogo muito brando, por poucos segundos.
Leite de Aveia
Pôr de molho a quantia desejada de aveia, no dobro em água, em recipiente de louça ou vidro.
Após 2 horas, bater no liq. Coe num pano. Pode pôr mais água, se ficar engrossado.
Leite de Brotos de Soja (Moyashi)
½ xícara de brotos de feijão-soja (moyashi);
1 copo (200ml) de água de fonte ou mineral.
Como fazer:
Bata os moyashis com a água, no liquidificador, e coe.
Leite de Castanhas-do-Pará
Itens:
1 colher de sopa de aveia,
1 xícara de castanhas-do-Pará,
1 litro de água fervente.
MODO:
Antes, dilua a aveia em água fria. Leve-a para ferver. Espere esfriar um pouco e bata no liquid., com as castanhas.
Coe num pano ou peneira fina. Ponha 1 pitada de sal. Adoce com melado.
Leite de Coco
Ralar um coco (não use nada de alumínio) e o deixar ferver com água por 40 minutos.
Mexa um pouco, com colher de pau e então bata por 5 minutos no liquidificador.
Coe com um pano de algodão bem limpo.
Rico em proteínas, saboroso, ótimo para doces e sem os aditivos químicos do similar engarrafado.
Leite de Gergelim
¼ xícara de semente de gergelim germinado ou hidratado;
1 copo (200ml) de água de fonte ou mineral.
Como fazer:
Bata as sementes com a água, no liquidificador. Em seguida, coe.
Leite de Girassol
½ xícara de semente de girassol germinada ou hidratada (que ficou de molho em água);
1 copo (200ml) de água de fonte ou mineral.
Como fazer:
Bata as sementes, com água, no liquidificador e coe.
Leite de Soja (dos grãos)
Do livro A Cura e a Saúde pelos Alimentos
Dr. Ernst Schneider.
Ingredientes:
2 xícaras de soja em grão;
2 litros de água.
Jeito de fazer:
1. Selecionar a soja e lavar bem com várias águas.
2. Deixar de molho durante 8 a 12 horas.
3. Descascar o grão:
a) Eliminar a água em que os grãos ficaram de molho.
b) Pôr os grãos num pano de prato ou saquinho.
c) Apertar as pontas do pano e fazer movimentos fortes, ou passar sobre o pano e grãos o rolo de abrir massas, várias vezes, com força.
d) Embaixo de água corrente, numa vasilha grande, apertar com os dedos e ir trocando a água até o grão ficar plenamente limpo.
4. Bater os grãos limpos no liquidificador com 1 litro de água e levar tudo para cozinhar, em um caldeirão grande. Incluir outro litro de água.
Mexer sempre.
Ferver lento, durante 35 minutos, a contar do início da ebulição. Depois que iníciou a fervura, coloque um pratinho de porcelana no fundo da panela. Assim não grudará.
5. Desligar o fogo e deixar esfriar.
6. Coar em seguida, empregando um pano de malha aberta, torcendo a trouxa que se forma.
7. Completar juntando água necessária, de jeito a se obterem, no fim, 2 litros de leite de soja.
Esse leite pode ser armazenado na geladeira por vários dias. Para melhorar o sabor do leite, incluir um pouquinho de sal, baunilha ou canela em pau.
O resíduo, ou massa de soja que sobrou, conhecido também como okara, pode ser armazenado na geladeira em saco plástico até uma semana ou mais, podendo ser usado em pratos doces ou salgados.
O leite de soja pode ser usado para trocar o leite comum em:
bolos, papas, mingaus, cremes, pães, biscoitos, canjica, arroz -doce ou até como coalhada, iogurte, queijo, requeijão.
Thursday, September 25, 2008
Saturday, September 20, 2008
Sunday, September 07, 2008
'Comam menos carne', diz principal cientista da ONU
As pessoas deveriam considerar comer menos carne como uma forma de combater o aquecimento global, segundo o principal cientista climático da Organização das Nações Unidas (ONU).
Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira.
Números da ONU sugerem que a produção de carne lança mais gases do efeito estufa na atmosfera do que o setor do transporte.
Mas um porta-voz da União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha disse que as emissões de metano de fazendas estão caindo.
Pachauri acaba de ser apontado para um segundo termo de seis anos como presidente do IPCC, o órgão que reúne e avalia os dados sobre clima dos governos mundiais, e que já conquistou um prêmio Nobel.
"A Organização da ONU para Agricultura e Alimentos (FAO) estima que as emissões diretas da produção de carne correspondem a 18% do total mundial de emissões de gases do efeito estufa", disse à BBC.
"Então eu quero destacar o fato de que entre as opções para reduzir as mudanças climáticas, mudar a dieta é algo que deveria ser considerado." Clima de persuasão O número da FAO de 18% inclui gases do efeito estufa liberados em todas as etapas do ciclo de produção da carne - abertura de pastos em florestas, fabricação e transporte de fertilizantes, queima de combustíveis fósseis em veículos de fazendas e as emissões físicas de gado e rebanho.
As contribuições dos principais gases do efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nítrico - são praticamente equivalentes, segundo a FAO.
O transporte, em contraste, responde por apenas 13% da pegada de gases da humanidade, segundo o IPCC.
Pechauri irá falar em um encontro organizado pela organização Compassion in World Farming, CIWF (Compaixão nas Fazendas Mundiais, em tradução-livre), cuja principal razão para sugerir que as pessoas reduzam seu consumo de carne é para reduzir o número de animais em indústrias pecuárias.
Leia a matéria inteira
Rajendra Pachauri, que preside o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fará a sugestão em um discurso em Londres na noite desta segunda-feira.
Números da ONU sugerem que a produção de carne lança mais gases do efeito estufa na atmosfera do que o setor do transporte.
Mas um porta-voz da União Nacional dos Fazendeiros da Grã-Bretanha disse que as emissões de metano de fazendas estão caindo.
Pachauri acaba de ser apontado para um segundo termo de seis anos como presidente do IPCC, o órgão que reúne e avalia os dados sobre clima dos governos mundiais, e que já conquistou um prêmio Nobel.
"A Organização da ONU para Agricultura e Alimentos (FAO) estima que as emissões diretas da produção de carne correspondem a 18% do total mundial de emissões de gases do efeito estufa", disse à BBC.
"Então eu quero destacar o fato de que entre as opções para reduzir as mudanças climáticas, mudar a dieta é algo que deveria ser considerado." Clima de persuasão O número da FAO de 18% inclui gases do efeito estufa liberados em todas as etapas do ciclo de produção da carne - abertura de pastos em florestas, fabricação e transporte de fertilizantes, queima de combustíveis fósseis em veículos de fazendas e as emissões físicas de gado e rebanho.
As contribuições dos principais gases do efeito estufa - dióxido de carbono, metano e óxido nítrico - são praticamente equivalentes, segundo a FAO.
O transporte, em contraste, responde por apenas 13% da pegada de gases da humanidade, segundo o IPCC.
Pechauri irá falar em um encontro organizado pela organização Compassion in World Farming, CIWF (Compaixão nas Fazendas Mundiais, em tradução-livre), cuja principal razão para sugerir que as pessoas reduzam seu consumo de carne é para reduzir o número de animais em indústrias pecuárias.
Leia a matéria inteira
Wednesday, August 27, 2008
Subscribe to:
Posts (Atom)
