Produzir 1kg de carne emite mais gases do efeito estufa que dirigir por 3 horas
Na hora de se deliciar com um farto rodízio em uma churrascaria, ninguém se pergunta o quanto o meio ambiente foi atingido para que aquele pedaço de picanha chegasse ao seu prato. Um grupo de cientistas japoneses, no entanto, teve a curiosidade de avaliar o quanto vale para o meio ambiente se tornar um vegetariano.
“Todo mundo está tentando diferentes métodos para reduzir a pegada de carbono. Mas um dos jeitos mais fáceis de fazer isso é parar de comer carne”, disse Su Taylor, da Sociedade Vegetariana do Reino Unido.
Liderados por Akifumi Ogino, os pesquisadores do Instituto Nacional de Livestock e Grassland Science, em Tsukuba, descobriram que produzir um quilo de carne emite mais gases do efeito estufa que dirigir por três horas. A maioria destes gases é liberada na forma de metano, pela flatulência do gado.
“As emissões de metano vindas da criação confinada estão diminuindo, graças a inovações nas práticas de alimentação”, disse Karen Batra, da Associação de Criadores de Gado em Confinamento de Centennial, Colorado.
Este processo produz o equivalente a 36,4 quilos de dióxido de carbono (CO2), a mesma quantidade de CO2 emitida por um carro europeu a cada 250 quilômetros percorridos.
Tendo o gerenciamento de animais e os efeitos da produção como foco, o grupo calculou os custos ambientais do aumento de criação em confinamento, do sacrifício de animais e da distribuição de carnes, segundo uma reportagem da revista New Scientist. Os dados mostram quais os efeitos para o aquecimento global, para os mananciais de água e com relação ao consumo energético.
Através do cruzamento de informações com dados anteriores, os pesquisadores conseguiram calcular o peso ambiental de uma porção de bife. Os cálculos, baseados nos métodos padrões industriais de produção de carne no Japão, não incluem os impactos da infra-estrutura e transporte da carne. Diante disso, o grupo sugere que o peso ambiental deve ser ainda maior.
A alimentação dos rebanhos também foi considerada. Para a surpresa dos cientistas, é necessária energia equivalente a manter uma lâmpada acesa por 20 dias para a produção e transporte do alimento dos bovinos. Além disso, são usados fertilizantes compostos por 340 quilogramas de dióxido sulfúrico e 59 gramas de fosfato.
Um estudo sueco de 2003 sugere que a carne orgânica emite 40% menos gases do efeito estufa e consome 85% menos energia porque o animal é criado ao ar livre e não confinado.
Paula Scheidt, CarbonoBrasil com agências internacionais
Sunday, April 06, 2008
Thursday, March 13, 2008
Ativismo.

Em mais um mês de abril que se aproxima, a cidade de Osasco está na iminência de abrigar, novamente, uma das maiores vergonhas deste país; sob as alcunhas de "diversão" e "entretenimento", explorando e torturando bois, cavalos e até carneiros em nome de uma "festa" sanguinária, promotora da cultura da violência, que traz lucros para alguns, e diversão para outros - covardes que vêem graça na imolação e subjugação de qualquer ser que considere inferior a si -, denominada "Festa do Peão Boiadeiro de Osasco".
Veja o historico de lutas contra o rodeio:
2005: Invasão da arena em protesto e tentativa de visibilidade da mídia com a ação;
2006: Protesto , panfletagem e tentativa de barrar via câmara municipal + ação publica civil na justiça ;
2007: Ação publica na justiça em 2 instancias diferentes.;
Todos este anos lutamos incisivamente pelo fim da festa, mas o dinheiro e o interesse de uma minoria prevaleceu sobre o respeito a vida animal.
Este ano , não ficaremos parados: por se tratar de um ano de eleições municipais, vislumbramos oportunidade única de demonstrar, às autoridades do Município de Osasco, o quão impopular é o evento denominado RODEIO e, conseqüentemente, pressionar a Prefeitura a não permitir a realização desta prática imoral, ilegal e cruel nos limites do município.
Dado o objetivo de mostrar a impopularidade dos rodeios,faremos um grande protesto!
GRANDE PROTESTO!
O que: Mobilização popular, manifestação contrária aos Rodeios e entrega de abaixo-assinado eletrônico e o manuscrito ao Prefeito de Osasco .
Local de encontro: Largo. de Osasco - Estação de trem "Osasco"
Data: Sábado ,15 de março de 2008. <---- data correta!
Horário : 10h, por favor sem atrasos,
(deixem a balada um pouco mais cedo no sábado)
Monday, March 10, 2008
Direitos Animais
Conforme a Teoria Abolicionista de Gary L. Francione
1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não serem tratados como propriedade dos outros.
2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais – porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.
3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.
4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem regulamentações supostamente "melhores" da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.
5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc.), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.
6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.
©2002 Gary L. Francione
Trad.: Regina Rheda
1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não serem tratados como propriedade dos outros.
2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais – porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.
3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.
4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem regulamentações supostamente "melhores" da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.
5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc.), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.
6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.
©2002 Gary L. Francione
Trad.: Regina Rheda
Tuesday, February 19, 2008
Abatedouro Westlan-Hall Mark
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos determinou nesta segunda a retirada do mercado de 65 mil toneladas de carne bovina congelada. O vídeo, feito com uma câmera escondida e revelado pela sociedade protetora dos animais, horrorizou os americanos.
Mostra vacas no matadouro, doentes, maltratadas por empregados que tentam colocá-las de pé para o abate.
VEJA AQUI A REPORTAGEM
O escândalo obrigou o abatedouro Westlan-Hall Mark, um dos maiores do estado da Califórnia, a anunciar o recolhimento de 65 mil toneladas de carne, o maior já feito nos Estados Unidos. O problema é que quase toda essa carne já foi consumida. Trinta e sete mil toneladas foram usadas para fazer hambúrgueres, servidos nas merendas escolares. O Departamento de Agricultura afirma que o risco de contaminação é pequeno, porque os animais já haviam passado por uma inspeção.
Mas o vídeo prova que há falhas no sistema de vigilância sanitária. Em 2007, houve 21 recolhimentos de carne contaminada nos Estados Unidos.
FONTE: Globo.com
Mostra vacas no matadouro, doentes, maltratadas por empregados que tentam colocá-las de pé para o abate.
VEJA AQUI A REPORTAGEM
O escândalo obrigou o abatedouro Westlan-Hall Mark, um dos maiores do estado da Califórnia, a anunciar o recolhimento de 65 mil toneladas de carne, o maior já feito nos Estados Unidos. O problema é que quase toda essa carne já foi consumida. Trinta e sete mil toneladas foram usadas para fazer hambúrgueres, servidos nas merendas escolares. O Departamento de Agricultura afirma que o risco de contaminação é pequeno, porque os animais já haviam passado por uma inspeção.
Mas o vídeo prova que há falhas no sistema de vigilância sanitária. Em 2007, houve 21 recolhimentos de carne contaminada nos Estados Unidos.
FONTE: Globo.com
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