Friday, December 28, 2007

Earth Liberation Front -Ativistas pela Terra.

A ELF (Earth Liberation Front - Frente de Libertação da Terra) é um movimento clandestino internacional que consiste em grupos autônomos de pessoas que executam ação direta de acordo com as diretrizes da ELF. Desde 1997, células da EFL têm efetuado inúmeras ações, resultando em mais de US$ 30 milhões em danos.

Modelada segundo a Frente de Libertação dos Animais, a ELF é estruturada de forma a maximizar a efetividade. Operando em células (pequenos grupos que consistem de uma a várias pessoas), a segurança dos membros do grupo é mantida.


Cada célula é anônima não só para o público como também para as outras. Esta estrutura descentralizada ajuda a manter os ativistas fora da cadeia e livres para continuar conduzindo as ações. Como a estrutura da ELF é não-hierárquica, os indivíduos envolvidos controlam as suas próprias atividades. Não há uma organização ou liderança centralizada ligando as células. Do mesmo modo, não há "filiação" oficial.

Indivíduos que escolhem fazer ações sob a bandeira da ELF são dirigidos somente pela sua consciência pessoal ou pelas decisões tomadas por sua célula, enquanto aderente das mencionadas diretrizes. Não há nenhuma forma de contatar a ELF na sua região. Compete a cada um para a exploração do mundo natural. Não pode mais se admitir que alguma outra pessoa o fará. Por que não você, por que não agora?

Página da ELF: http://www.earthliberationfront.com/

Fonte: ativismo.com

Monday, November 26, 2007

Ativismo

- 09 DE DEZEMBRO (domingo)

MANIFESTAÇÃO PELO DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS ANIMAIS (DIDA 2007)

Realização: Pelo Fim do Holocausto Animal e VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade)

Local: Ibirapuera - São Paulo - SP (em frente ao monumento das bandeiras)

Horário: 10h


- 13 DE FEVEREIRO 2008 (quarta feira)

PROTESTO MUNDIAL CONTRA A CHINA

Realização: Pelo Fim do Holocausto Animal
Coordenação: INTERNATIONAL ANTI-FUR COALITION
Local: Consulado da China em São Paulo
Rua Estados Unidos, 1071 Jardim América
Horário: 10h.

Sunday, November 25, 2007

Empresas criam alternativas aos testes com animais

Decisão européia de banir esses testes até 2009 obriga setor de cosméticos a investir em tecnologia

Entre as delicadas plantas híbridas que florescem no clima ameno da Provença, tradicional região francesa do perfume, estão o jasmim doce, as rosas de maio e também novas camadas de pele humana artificial.

Em Grasse, cientistas trabalham febrilmente na descoberta de novas tecnologias para testar cosméticos, antes da entrada em vigor, em março de 2009, de uma decisão da União Européia proibindo testes com animais.

Esses materiais avançados - incluindo tecidos de olho reconstruídos e círculos minúsculos de pele desenvolvidos a partir de células doadas e recolhidas em operações cosméticas - são uma parte crucial do futuro do setor, que se depara com regras cada vez mais severas sobre o assunto e que se aplicam a qualquer empresa que pretenda vender nos 27 países membros da União Européia.

A proibição não obriga só as empresas multinacionais a adotarem novas práticas, mas o fato é que os órgãos reguladores em Bruxelas também estão se juntando a agências de outros grandes mercados de cosméticos do mundo, como a Food and Drug Administration, dos Estados Unidos, e o ministério da Saúde do Japão, de modo a conciliarem seus regulamentos.

E, o que é mais surpreendente, os novos padrões estão levando antigos rivais a cooperarem entre si, às vezes a contragosto ou por insistência dos órgãos reguladores e políticos.

A Europa é o maior mercado de cosméticos do mundo, exportando o equivalente a mais de US$ 23,4 bilhões por ano. Produtos importados dos Estados Unidos pelos europeus chegam a quase US$ 2 bilhões, quase 7% de todos os produtos de cosmética comprados pelos europeus. Depois dos Estados Unidos, o Japão é o segundo maior fornecedor de cosméticos para o continente europeu.

''''Sem dúvida, os novos regulamentos estão tendo um grande impacto'''', disse Alan Goldberg, diretor do Center for Alternative to Animal Testing (Centro para Alternativas a Testes com Animais) da Universidade John Hopkins, em Baltimore. ''''Que companhia vai querer eliminar 450 milhões de clientes pelo não cumprimento?'''', disse. A gigante L''''Oréal, por exemplo, investiu nos últimos 20 anos US$ 800 milhões no desenvolvimento de alternativas aos testes em animais.

''''Para o setor de cosméticos, trata-se de uma corrida'''', disse Herve Groux, 45 anos, cientista francês que dirige o Imunosearch, laboratório em Grasse que auxilia empresas pequenas sem os recursos de multinacionais. ''''Essas regras estão obrigando todas as empresas a avançarem com mais rapidez e gastarem mais em pesquisa.''''

Parte da pressão também deriva de uma outra legislação, conhecida como Reach, exigindo que nos próximos 11 anos as empresas desenvolvam dados seguros sobre 30 mil substâncias químicas - pesquisa que poderá aumentar ainda mais os testes em animais.

Fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20071121/not_imp83110,0.php

Saturday, November 24, 2007

Campanha de ex-mulher de McCartney liga carne a efeito estufa

A ONG (organização não-governamental) Viva! lançou nesta semana a campanha "HOT!" (quente, em tradução literal) para convencer mais pessoas a deixar de comer carne --como forma de combater o aquecimento global.

À frente da campanha está a ex-mulher do astro Paul McCartney, Heather Mills, uma das líderes do grupo e que aparece nos cartazes e outdoors, inclusive em uma brincadeira com o fato de ela não ter uma perna.

"You haven't got a leg to stand on!" (você não tem uma perna para te sustentar, em tradução livre) --é o que diz um dos cartazes, endereçado a pessoas e organizações que se consideram ambientalistas, mas não são vegetarianas.

Em outro cartaz ela aparece diante de terras desertificadas ao lado da mensagem "Hey Meaty! You're making me so hot!" (ei, carnívoro, você está me deixando tão quente!, em tradução livre).

A campanha é baseada em estatísticas publicadas em um relatório da agência de Alimentação e Agricultura da ONU (Organização das Nações Unidas) e em um estudo da própria ONG Viva!.

Efeito estufa

De acordo com os estudos, a criação de gado para corte e laticínios é a segunda atividade que mais emite gases do efeito estufa, atingindo 18% do total.

A propaganda compara este número com as emissões combinadas de todos os meios de transporte, que ficariam em 13,5% do total.

"Essas atividades são a maior causa de extinção de florestas e de desmatamento de florestas: 70% da Amazônia desmatada é usada como pastagem e os outros 30% para o cultivo de forragem para animais", diz a campanha da Viva!

Nas palavras de Heather Mills, a criação de animais para abate e laticínios "é hoje uma das maiores ameaças ao nosso planeta".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u347247.shtml