Sunday, November 04, 2007

Crudivorismo

O crudivorismo é o acto de ser vegetariano estrito ou completo (vegan), ou seja, o indivíduo não consome nada de origem animal, e além disso, seus alimentos não são cozidos.

Nada pode ser preparado ao fogo, por esse tipo de preparação causar uma incrível perda de nutrientes. Não quer dizer, necessariamente, que se comam apenas alimentos crus. Existem processos de preparação que não causam essa perda de nutrientes, como a desidratação dos alimentos.

A Alimentação crudívora, também chamada de Alimentação Viva ou Comida Viva, é uma forma de alimentação baseada em alimentos crus, frutos frescos e secos (hidratados), vegetais, sementes, grãos germinados e algas, ricos em enzimas e todos os nutrientes necessários para o nosso organismo. Os quais têm toda a vitalidade nutricional necessária para uma vida saudável.

Os alimentos crus são ricos em enzimas - responsáveis por toda a construção do nosso organismo. As enzimas são os incansáveis trabalhadores que levam os nutrientes às nossas células. Podemos dizer que a alimentação crua é uma alimentação enzimática. Ao cozermos os alimentos (a partir de +- 40ºC) destruímos as enzimas. Se comermos alimentos crus evitamos a destruição das enzimas que a comida contém facilitando assim a digestão e evitando gastar as nossas próprias reservas. Segundo o Dr. Edward Howell (um dos principais e o primeiro pesquisador das enzimas), a falta de enzimas na comida cozida é ainda uma das maiores razões do envelhecimento e morte precoce. É ainda a causa subjacente da maior parte das doenças

Se o nosso corpo está ocupado com a digestão de alimentos cozidos e a produção de enzimas para a saliva, suco gástrico, suco pancreático e sucos intestinais, então terá que diminuir a produção de enzimas para outros propósitos. Quando isto acontece, então como pode o corpo produzir enzimas para o trabalho do cérebro, coração, rins, músculos e os outros órgãos e tecidos?

Esta falta de enzimas ocorre na maioria da população mundial dos países civilizados que se alimenta de comida cozida. Inclusive os animais domésticos alimentados cada vez mais de forma artificial e com alimentos cozidos sofrem das mesmas doenças que nos atacam

Fonte: wikipedia
mais informações: www.comidaviva.com - www.crudivorismo.com.br

Monday, October 29, 2007

Protesto em São Paulo




Vestir-se com peles de animais é imoral e injustificável. A indústria da moda tem ao seu alcance peles sintéticas tão bonitas e até melhores que as peles verdadeiras, em termos de uniformidade e durabilidade. Apesar dos protestos mundiais, alguns estilistas insistem em manter peles naturais em suas coleções.


Por esse motivo, o Grupo ?Pelo Fim do Holocausto Animal?, membro da International Anti-Fur Coalition realiza, no dia 3 de novembro (sábado), protesto contra o comércio de peles ? que acontecerá simultaneamente em 18 países:

01. Israel (Tel Aviv)
02. Estados Unidos (Washington - Nova Iorque - São Francisco - Los Angeles)
03. Brasil (São Paulo)
04. França (Paris - Nice)
05. Portugal (Lisboa - Porto)
06. Canadá (Vancouver)
07. Irlanda
08. Inglaterra
09. Bélgica
10. Espanha
11. Estônia
12. Holanda
13. Chile
14. Finlândia
15. Austrália
16. Letônia
17. Áustria
18. México

No Brasil, apesar do clima tropical, dezenas de lojas comercializam roupas confeccionadas com peles de animais. Nosso país também ocupa o vergonhoso primeiro lugar na exportação mundial de peles de chinchila, conforme divulgado no site do fabricante. Confira: http://www.chillacenter.com.br e acompanhe aqui o processo de abate http://www.lugchilla.com/abes.html .

São Paulo: - 3 DE NOVEMBRO (sábado)

PROTESTO MUNDIAL CONTRA O COMÉRCIO DE PELES

Realização: Pelo Fim do Holocausto Animal
Coordenação: INTERNATIONAL ANTI-FUR COALITION
Local: Avenida Faria Lima, 2232 (em frente ao Shopping Iguatemi)

Horário: 10h.


http://www.midiaindependente.org/pt/green/2007/10/399413.shtml

Thursday, October 11, 2007

Earthlings


Earthlings (Terráqueos, em português) é um documentário estadunidense de 2005, escrito, produzido e dirigido por Shaun Monson e co-produzido por Persia White.

É narrado pelo ator e ativista dos direitos animais Joaquin Phoenix, que também é vegano e membro da PETA, maior organização de defesa dos direitos animais do mundo. A trilha sonora foi composta exclusivamente para o documentário pelo músico Moby.

Sinopse

O filme mostra como funcionam as fazendas industriais e relata a dependência da humanidade sobre os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos. Compara o especismo da espécie humana com outras relações de dominação, como o racismo e o sexismo.

Informações sobre o filme

O filme faz estudo detalhado das lojas de animais, das fábricas de filhotes e dos abrigos para animais, assim como das fazendas industriais, do comércio de peles e de couro, das indústrias da diversão e esportes, e finalmente, do uso médico e científico.
Terráqueos usa câmeras escondidas para detalhar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, todas visando o lucro com os animais.
O documentário levou cinco anos para ser produzido e, o que começou como uma série de uma campanha de conscientização pública sobre castração de animais de estimação, se tornou um longa-metragem que buscou tratar de cada tema principal relacionado com os animais.
Shaun Monson começou as filmagens para as campanhas de conscientização na Califórnia, no Estados Unidos. Assim que as filmagens terminaram, Monson passou a se interessar por outras áreas correlatas, como alimentação e pesquisa científica. Nesse meio tempo, ele acumulou uma pequena biblioteca, colhida em várias organizações, e começou a escrever um roteiro

Fonte: Wikipedia

Para assitir o documentário vá em vídeos ou clique aqui

Sunday, October 07, 2007

Parar de comer carne pode salvar a Amazônia?

Militantes e cientistas afirmam que a pecuária bovina está destruindo as florestas e propõem um boicote

João Meirelles Filho pertence à terceira geração de pecuaristas em sua família. Formado em Administração, passou dez anos gerindo fazendas de gado em Mato Grosso do Sul. No fim da década de 90, sua carreira mudou. Com a chegada do ecoturismo à região, Meirelles acordou para os impactos ambientais de algumas atividades, como a pecuária. Deixou de comer carne. Largou as fazendas e mudou-se para Belém, onde fundou uma ONG para defender a Amazônia. Hoje, vegetariano, é um dos que pregam a redução no consumo de carne bovina para salvar a floresta. "Parei de comer carne aos 40 anos", diz. "É prova de que qualquer um pode mudar seus hábitos."

APETITE: Meirelles no Mercado Ver-o-Peso,
em Belém. Ex-administrador de fazendas,
ele largou o negócio para militar contra a carne

Meirelles faz parte de um movimento que cresce em todo o mundo. Para essas pessoas, os bifes de nossas refeições diárias são a causa da destruição de vários ecossistemas naturais, como a Amazônia. É uma idéia incômoda, mas tem lógica. Afinal, 78% do desmatamento na Amazônia aconteceu para abrir espaço para os pastos, segundo o Instituto Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O argumento é que, se o consumo de carne cair, também se reduz a pressão para expansão dos pastos sobre a floresta. Mas reduzir o consumo de carne - ou boicotá-la - vai mesmo preservar a floresta?

Os pecuaristas desmataram uma área equivalente ao Estado de Minas Gerais na Amazônia

Parar de comer carne sempre foi a bandeira dos vegetarianos. Suas razões eram principalmente a saúde humana e os direitos dos animais. Hoje, o foco mudou. "Agora o meio ambiente pesa na decisão de não comer carne", diz o biólogo Sérgio Greif, da Sociedade Vegetariana Brasileira. Um dos pioneiros nessa nova onda foi o pesquisador britânico Norman Myers, da Universidade de Oxford, um dos mais respeitados naturalistas do mundo. Na década de 80, criou o termo"Conexão Hambúrguer" para ligar o consumo de carne nas redes de fast-food dos Estados Unidos à destruição das florestas na América Central.


Um dossiê inspirado no termo de Myers foi feito em 2003 pelo Centro para Pesquisa Florestal Internacional, desta vez sobre a Amazônia. De lá para cá, a causa só cresceu.

Um dos mais expoentes adeptos da campanha por menos carne e mais florestas é o biólogo americano Edward Wilson, da Universidade Harvard. Segundo ele, só será possível alimentar a população mundial no fim do século, estimada em 10 bilhões de pessoas, se todos forem vegetarianos. "O raciocínio é matemático", diz Greif. Para ele, alimentar os bois com pasto ou grãos é o meio menos eficiente de gerar calorias. A produção de grãos de uma fazenda com 100 hectares pode alimentar 1.100 pessoas comendo soja, ou 2.500 com milho. Se a produção dessa área for usada para ração bovina ou pasto, a carne produzida alimentaria o equivalente a oito pessoas. A criação de frangos e porcos também afeta as florestas. Para alimentar esses animais, é necessário derrubar árvores para plantar soja e produzir ração. Mas, na relação custo-benefício entre espaço, recursos naturais e ganho calórico, o boi é o pior.

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