Thursday, March 13, 2008

Ativismo.



Em mais um mês de abril que se aproxima, a cidade de Osasco está na iminência de abrigar, novamente, uma das maiores vergonhas deste país; sob as alcunhas de "diversão" e "entretenimento", explorando e torturando bois, cavalos e até carneiros em nome de uma "festa" sanguinária, promotora da cultura da violência, que traz lucros para alguns, e diversão para outros - covardes que vêem graça na imolação e subjugação de qualquer ser que considere inferior a si -, denominada "Festa do Peão Boiadeiro de Osasco".

Veja o historico de lutas contra o rodeio:


2005: Invasão da arena em protesto e tentativa de visibilidade da mídia com a ação;
2006: Protesto , panfletagem e tentativa de barrar via câmara municipal + ação publica civil na justiça ;
2007: Ação publica na justiça em 2 instancias diferentes.;
Todos este anos lutamos incisivamente pelo fim da festa, mas o dinheiro e o interesse de uma minoria prevaleceu sobre o respeito a vida animal.

Este ano , não ficaremos parados: por se tratar de um ano de eleições municipais, vislumbramos oportunidade única de demonstrar, às autoridades do Município de Osasco, o quão impopular é o evento denominado RODEIO e, conseqüentemente, pressionar a Prefeitura a não permitir a realização desta prática imoral, ilegal e cruel nos limites do município.

Dado o objetivo de mostrar a impopularidade dos rodeios,faremos um grande protesto!

GRANDE PROTESTO!

O que: Mobilização popular, manifestação contrária aos Rodeios e entrega de abaixo-assinado eletrônico e o manuscrito ao Prefeito de Osasco .
Local de encontro: Largo. de Osasco - Estação de trem "Osasco"

Data: Sábado ,15 de março de 2008. <---- data correta!

Horário : 10h, por favor sem atrasos,
(deixem a balada um pouco mais cedo no sábado)

Monday, March 10, 2008

Direitos Animais

Conforme a Teoria Abolicionista de Gary L. Francione

1. Todos os seres capazes de sentir (seres sencientes), humanos ou não-humanos, têm um direito: o direito básico de não serem tratados como propriedade dos outros.

2. Nosso reconhecimento desse direito básico significa que devemos abolir, em vez de simplesmente regulamentar, a exploração institucionalizada dos animais – porque ela pressupõe que os animais sejam propriedade dos humanos.

3. Assim como rejeitamos o racismo, o sexismo, a homofobia e o preconceito contra as pessoas de idade, rejeitamos o especismo. A espécie de um ser senciente não é razão para que se negue a proteção a esse direito básico, assim como raça, sexo, orientação sexual ou idade não são razões para que a inclusão na comunidade moral humana seja negada a outros seres humanos.

4. Reconhecemos que não vamos abolir de um dia para o outro a condição de propriedade dos não-humanos, mas vamos apoiar apenas as campanhas e posições que promovam explicitamente a agenda abolicionista. Não vamos apoiar posições que reivindiquem regulamentações supostamente "melhores" da exploração animal. Rejeitamos qualquer campanha que promova sexismo, racismo, homofobia ou outras formas de discriminação contra humanos.

5. Reconhecemos que o passo mais importante que qualquer um de nós pode dar rumo à abolição é adotar o estilo de vida vegano e educar os outros sobre o veganismo. Veganismo é o princípio da abolição aplicado à vida pessoal. O consumo de carnes (vaca, ave, pescado, etc.), de laticínio, ovo e mel, assim como o uso de animais para roupas, entretenimento, pesquisa ou qualquer outro fim, são incompatíveis com a perspectiva abolicionista.

6. Reconhecemos a não-violência como o princípio norteador do movimento pelos direitos animais.

©2002 Gary L. Francione
Trad.: Regina Rheda